O Maranhão acende um sinal de alerta na saúde pública com o registro de 1.757 casos de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) somente no primeiro semestre de 2025. Os números, que contrastam com os esforços de prevenção, levantam preocupações sobre o aumento de doenças cardiovasculares no estado. A situação exige atenção redobrada das autoridades e da população.
Em um cenário global alarmante, a Organização Mundial da Saúde (OMS) já havia divulgado dados preocupantes em 2022. Estima-se que 19,8 milhões de pessoas perderam a vida em decorrência de doenças cardiovasculares, representando aproximadamente 32% de todas as mortes no mundo. Essa estatística reforça a magnitude do problema e a necessidade urgente de ações preventivas.
De acordo com a OMS, “85% desses óbitos foram causados por infarto e acidente vascular cerebral (AVC)”. A agência da ONU ainda aponta que mais de três quartos desses casos ocorreram em países de baixa e média renda, evidenciando a desigualdade no acesso a tratamentos e prevenção. O Maranhão, portanto, enfrenta um desafio ainda maior diante desse contexto.
A escalada dos casos de infarto no estado maranhense ressalta a importância de investir em programas de conscientização sobre fatores de risco, como hipertensão, diabetes, tabagismo e obesidade. Além disso, é fundamental fortalecer a infraestrutura de saúde para garantir o acesso rápido e eficaz ao tratamento, visando reduzir a mortalidade e melhorar a qualidade de vida da população.
Fonte: http://oimparcial.com.br










