Mudanças no portfólio de produtos da Apple são esperadas com o lançamento do iPhone 17.

A Apple deve descontinuar alguns modelos de aparelhos com o lançamento do iPhone 17 na próxima semana.
O mês de setembro é tradicionalmente marcado pelos lançamentos de novos produtos da Apple, e neste ano não será diferente. O evento de lançamento, agendado para o dia 9, deve revelar a nova linha de iPhones, incluindo o iPhone 17. Com a chegada desses novos dispositivos, a empresa também deverá descontinuar modelos antigos, uma prática comum em sua estratégia de mercado.
O que esperar do lançamento do iPhone 17
Historicamente, a Apple descontinua seus modelos mais potentes logo após o anúncio de novas gerações. Espera-se que o iPhone 16 Pro e o 16 Pro Max sejam os próximos a deixar de ser comercializados. Por outro lado, modelos mais acessíveis, como o iPhone 16 e 16 Plus, tendem a continuar disponíveis, mas a preços reduzidos, criando uma hierarquia de preços em seu portfólio.
Essa dinâmica não se aplica apenas aos smartphones, mas também a outros dispositivos, como relógios e fones de ouvido. A lógica é semelhante à adotada por fabricantes de automóveis, que aposentam modelos antigos para dar espaço a lançamentos mais recentes.
Implicações da descontinuação de produtos
A descontinuação de aparelhos não significa que eles se tornarão inúteis imediatamente. Embora a Apple não os venda mais oficialmente, os dispositivos ainda receberão atualizações de software e continuarão a funcionar normalmente. Entretanto, essa estratégia visa criar a percepção de que os consumidores devem atualizar seus dispositivos, uma prática que se tornou comum na sociedade atual. Muitas pessoas podem não se importar com o modelo de telefone que possuem, mas outros sentem a necessidade de trocar de aparelho assim que novas versões são lançadas.
“Muita gente não dá a menor bola para isso, mas outros fazem questão de trocar de aparelho assim que chegam os novos.”
O conceito de obsolescência programada
A descontinuação de aparelhos está ligada ao conceito de obsolescência programada, que se refere à prática de projetar produtos com uma vida útil limitada para estimular o consumo. Essa ideia ganhou força ao longo do século XX e se intensificou em anos recentes, com empresas priorizando lucros em vez da durabilidade dos produtos. A origem da obsolescência programada remonta à década de 1920, com o Cartel Phoebus, que limitou a vida útil das lâmpadas para aumentar as vendas.
Esse conceito se consolidou como uma estratégia para manter a economia em movimento após períodos de crise, como a Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial. As empresas começaram a projetar produtos que falhassem mais rapidamente, forçando os consumidores a adquirir novos itens com maior frequência. Essa prática se torna evidente na indústria da tecnologia, onde a rápida evolução dos dispositivos faz com que muitos consumidores sintam a necessidade de se atualizar constantemente.
O que acompanhar a partir de agora
Com o lançamento do iPhone 17, as expectativas sobre quais aparelhos serão descontinuados aumentam. É importante que os consumidores estejam cientes dessas mudanças e considerem suas opções. Enquanto a Apple continua a inovar, a prática de descontinuar modelos antigos levanta questões sobre a sustentabilidade e o consumo consciente. O próximo evento da Apple não apenas revelará novos produtos, mas também reforçará a dinâmica de mercado que leva à troca constante de dispositivos entre os consumidores.










