Homem registra boletim de ocorrência contra policial federal por injúria racial no Carnaval do Distrito Federal

Homem negro denuncia policial federal por injúria racial durante Carnaval no Distrito Federal, registra boletim de ocorrência e espera investigação.
Moro ainda pensa que é juiz

O isolamento político de Sergio Moro dentro da própria federação ficou explícito — e público. Em entrevista à rádio União FM de Toledo, o deputado federal Ricardo Barros não deixou margem para dúvida ao expor a falha central do senador: “Nesses oito meses, o senador Sergio Moro não buscou conquistar o apoio do Progressistas.” Moro sequer procurou o partido para uma aproximação, ignorando uma estrutura decisiva para validar qualquer candidatura. Barros também desmontou o discurso que Moro tenta sustentar ao afirmar que “o União Progressista não é antissistema.” O recado foi direto: a federação é formada por lideranças que operam dentro da política real, com diálogo e articulação — não por narrativas de isolamento. Nos bastidores, a avaliação é que Moro ainda age como se estivesse de toga. Um juiz pode dar uma decisão monocrática e todos são obrigados a cumprir. A política não funciona assim. Moro não é mais juiz — mas ainda não parece ter percebido.
Navio de Singapura bate em balsas na travessia Santos-Guarujá

Navio de Singapura bateu em duas balsas na travessia Santos-Guarujá na noite de 16 de fevereiro, sem feridos e com danos restritos.
O fantasma da ópera renasce com produção imersiva em nova york

A produção imersiva de ‘O Fantasma da Ópera’ em Nova York amplia a imersão do público com cenas distribuídas por seis andares e interatividade inédita.
Protesto revela divergências entre Nikolas Ferreira e bolsonaristas sobre impeachment de Toffoli

Protesto Nikolas Ferreira evidencia atrito com ala bolsonarista que prioriza anistia e evita impeachment de Toffoli.
Estudo avança no tratamento da insuficiência cardíaca por doença de Chagas

Pesquisa inédita comprova eficácia de medicamento no tratamento da insuficiência cardíaca causada pela doença de Chagas, ampliando opções para pacientes.
Viradouro emociona Sapucaí e brilha ao lado da Beija-Flor no Carnaval 2026

Viradouro emociona Sapucaí com homenagem ao mestre Ciça e inovação em bateria, concorrendo com Beija-Flor pelo título do Carnaval 2026.
PT rasga a Lei

Nos bastidores, o PT já decidiu que a lei eleitoral é um detalhe incômodo — não um limite real. No Carnaval de São Paulo, leques com o rosto de Lula, o número 13 e slogans de reeleição foram produzidos dentro da estrutura do próprio partido, a partir do gabinete da deputada Juliana Cardoso (PT‑SP), e distribuídos em blocos como o Tarado Ni Você e o Bloco dos Bancários, no centro da capital. Não foi ato espontâneo. Foi ação planejada, financiada e executada com objetivo explícito: iniciar a campanha de Lula antes da hora. Sem pudor, sem disfarce e sem qualquer respeito ao calendário eleitoral que o próprio PT costuma exigir com fervor quando se trata de seus adversários. O lulismo opera com uma certeza perigosa: a de que as regras existem para conter os outros, nunca a si mesmo. Avança, ocupa, distribui material e aposta na velha tática da impunidade — transformar o ilegal em fato consumado e constranger qualquer reação. É o retrato de um partido que já não se preocupa em respeitar a lei, apenas em dobrá‑la até que se adapte aos seus interesses. Para o PT, a eleição nunca termina. E a lei, quando atrapalha, simplesmente deixa de valer.