Centrão opta por Tarcísio como candidato à presidência em 2026

No cenário político atual, Tarcísio é preferido pelo Centrão para a presidência em 2026.
Missão Paraná IV leva segurança e atendimento ao Litoral do Estado

A Missão Paraná IV inicia no Litoral, promovendo a segurança e o diálogo com a população.
CGE orienta cidadãos sobre fiscalização da gestão pública em dezembro transparente

CGE promove ações em dezembro para informar cidadãos sobre fiscalização da gestão pública e uso de recursos.
Governador Ratinho Junior é homenageado no Cosud e discute segurança pública

Ratinho Junior participa do 14º Cosud no Rio de Janeiro e recebe medalha do BOPE em evento sobre segurança pública.
Candidatura de Flávio Bolsonaro gera ceticismo entre aliados e opositores

Candidatura de Flávio Bolsonaro é vista como um blefe por aliados e opositores, que questionam sua viabilidade.
Aprovação do governo Lula permanece em 32% enquanto reprovação atinge 37%

A pesquisa Datafolha revela que a aprovação do governo Lula estagnou em 32%, enquanto a reprovação chegou a 37%.
STJ não identifica financiador da viagem de ministros à Itália

O STJ não sabe quem custeou a viagem de ministros para um seminário na Itália, levantando questões sobre transparência.
Vereadora do RS denuncia violência política de gênero durante sessão na Câmara Municipal

A vereadora Helen Cabral (PT), de Santa Maria, Rio Grande do Sul, relatou ter sido vítima de violência política de gênero durante uma sessão plenária na Câmara Municipal. O incidente ocorreu na última terça-feira (2), enquanto a vereadora abordava questões de transparência do Executivo e defendia os direitos dos servidores públicos em relação ao parcelamento do 13º salário. Segundo a vereadora, o ataque partiu do vereador Tony Oliveira, da base governista, que, em meio a gritos, interrompeu o debate e a confrontou de maneira agressiva. “O ataque misógino não apenas ultrapassa todos os limites aceitáveis dentro de uma instituição pública, como configura o mais grave ato de violência política de gênero já sofrido pela vereadora dentro da Câmara”, afirmou Helen em nota. Helen Cabral acredita que a agressão não se deveu a divergências de ideias, mas sim ao fato de ser mulher e ocupar um cargo de poder. A vereadora ressaltou a coincidência do episódio ocorrer durante a 5ª Semana Municipal de Não Violência Contra a Mulher, um projeto de lei de sua autoria. Ela também participa do Festival Movimento Mulheres em Luta (MEL), que neste ano debate a violência política de gênero contra mulheres na política. “Quero saber qual a atitude que a presidência vai tomar em relação à violência de gênero que sofri esta noite pelo vereador Tony, quando ele partiu para cima de mim”, questionou Helen em um vídeo divulgado em suas redes sociais. Ela ainda complementou: “A violência contra esta vereadora é contra todas as mulheres dessa casa. E não admito continuar sofrendo violência de gênero neste parlamento”. Em resposta à denúncia, a vereadora informou que está tomando as medidas institucionais e legais cabíveis, incluindo a comunicação à Mesa Diretora da Câmara Municipal para que sejam tomadas providências, bem como o registro de um Boletim de Ocorrência na Delegacia da Mulher. Até o momento, a Câmara Municipal de Santa Maria não se pronunciou oficialmente sobre o incidente. Por outro lado, o vereador Tony Oliveira divulgou um vídeo pedindo desculpas pelo que descreveu como uma “exaltação firme” durante a sessão. Ele alega que a esquerda estaria disseminando informações falsas e o acusando de agressão sem fundamento. “Tudo começou quando eu comecei o debate sobre a votação de um projeto e na sessão anterior eles derrubaram o quórum. Começaram a me xingar e lógico que me defendi”, declarou Oliveira, negando ter proferido palavras de baixo calão ou ameaçado agredir alguém. Oliveira anunciou que entrará com um pedido no Conselho de Ética para cassar o mandato da vereadora Helen Cabral e de outros vereadores, além de assessores, que o teriam ofendido. O caso segue gerando repercussão e levanta debates sobre a violência política de gênero e o respeito no ambiente legislativo. Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br