Tocantins Brilha no Prêmio Sebrae Mulher de Negócios com Inovação e Produtos Amazônicos

O Tocantins conquistou destaque nacional no Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2025, com duas empreendedoras que se sobressaíram entre mais de 5 mil inscritas. Marliene Severiano e Jussara Almeida levaram o estado ao pódio, celebrando iniciativas femininas de impacto econômico e social, que combinam tradição, ciência e visão de negócios. Marliene Severiano, natural do sul do Tocantins, trilhou um caminho que conecta a riqueza da biodiversidade amazônica ao mercado global. Fundadora da Amazonia Comex (ACX), ela alcançou o terceiro lugar na categoria Negócios Internacionais, exportando produtos como capim dourado, babaçu e castanha para países da Europa e Ásia. Com formação em Relações Internacionais e MBA em Gestão Logística de Comércio Exterior, Marliene também lidera o Programa de Qualificação para Exportação da ApexBrasil no Tocantins. “Quando uma biojoia do Jalapão chega à Europa, uma história de coragem e sustentabilidade também atravessa fronteiras”, declarou a empreendedora, enfatizando o alcance de seu trabalho. Representando o Tocantins na final nacional, a fisioterapeuta e pesquisadora Jussara Almeida apresentou o BIOMAS, um fitoterápico natural com eficácia comprovada no tratamento de doenças respiratórias. O produto, resultado de pesquisas científicas, busca transformar ciência em solução acessível para a saúde da população. Margarete Coelho, diretora de Administração e Finanças do Sebrae Nacional, destacou a importância de iniciativas como as de Marliene e Jussara. “O Tocantins é um estado jovem, mas que tem um Sebrae potente, trabalhando em prol das empreendedoras e fortalecendo essas histórias que inspiram outras mulheres”, afirmou Coelho sobre o prêmio que recebeu 5.308 histórias de todo o Brasil, selecionando apenas 35 finalistas. Fonte: http://soudepalmas.com.br

Pesquisa AtlasIntel revela que 87,6% da população apoia megaoperação policial no Rio de Janeiro

pesquisa atlasintel

Levantamento mostra aprovação expressiva entre moradores de favelas e maioria favorável também em todo o país. Uma Pesquisa AtlasIntel divulgada nesta sexta-feira (31) aponta que a maioria da população apoia a megaoperação policial realizada nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro. O levantamento mostra que 87,6% dos moradores de favelas cariocas e 80,9% dos moradores de comunidades em todo o país aprovaram a ação, considerada a mais letal da história do Brasil, com 121 mortos. A operação, batizada de “Contenção”, ocorreu na última terça-feira (28) e reuniu cerca de 2.500 agentes das Polícias Civil e Militar. O objetivo foi combater a expansão territorial do Comando Vermelho (CV) e cumprir mais de 100 mandados de prisão contra lideranças do tráfico, incluindo criminosos de outros estados. Apoio majoritário nas comunidades De acordo com a Pesquisa Atlas Intel, 87,6% dos moradores de favelas do Rio de Janeiro disseram aprovar a megaoperação, enquanto apenas 12,1% a desaprovaram e 0,3% não souberam ou não quiseram responder. Em nível nacional, o apoio também é expressivo: 80,9% dos moradores de favelas em todo o Brasil se mostraram favoráveis à ação, contra 19,1% que a reprovaram. A tendência indica que, entre as comunidades diretamente afetadas pela violência do tráfico, há uma percepção majoritária de que a intervenção das forças de segurança é necessária. População geral também apoia a ação O levantamento mostra que o apoio à megaoperação se estende além das comunidades. Entre os cariocas em geral — incluindo moradores de dentro e fora das favelas —, 62% afirmaram aprovar a operação, enquanto 34,2% disseram desaprová-la e 3,6% não têm opinião formada. Em todo o país, 55% dos brasileiros aprovaram a ação, contra 42,3% que a desaprovaram e 2,5% que não souberam responder. A pesquisa evidencia que, embora exista uma divisão de opiniões fora das comunidades, a maioria da população ainda apoia a iniciativa policial. Percepção sobre o uso da força A Pesquisa Atlas Intel também avaliou a percepção sobre o nível de violência empregado pelas forças de segurança. Para 62,3% dos cariocas e 52,5% dos brasileiros, o uso da força foi considerado adequado. Leia mais: Hugo Motta propõe uso de arrecadação das apostas para segurança pública Entre os moradores de favelas do Rio, o índice de aprovação foi ainda maior: 89,5% classificaram a atuação policial como proporcional, enquanto 10,5% consideraram que houve excesso. Os dados reforçam que o público diretamente impactado pela operação tende a enxergar as ações de repressão como necessárias ao enfrentamento do crime organizado. Operação mais letal da história A megaoperação “Contenção” deixou 121 mortos, incluindo quatro agentes de segurança, e 113 pessoas presas. Entre os detidos estava Thiago do Nascimento Mendes, conhecido como “Belão”, apontado como braço direito do líder do Comando Vermelho, “Doca”. As forças policiais apreenderam 118 armas — 91 delas fuzis — e uma grande quantidade de munição. A ação superou o número de vítimas do Massacre do Carandiru, em 1992, tornando-se a operação mais letal já registrada no país. O dia foi marcado por intensos confrontos, fechamento de escolas e interrupções no transporte público, principalmente na zona norte do Rio. Diante do impacto, o governo federal e o governo estadual anunciaram a criação de um escritório conjunto de combate ao crime organizado, voltado para integrar estratégias de segurança pública. Apoio à continuidade das operações A Pesquisa Atlas Intel também revelou que 62% dos cariocas e 55,9% dos brasileiros defendem a realização de novas operações semelhantes. Outros 35,3% dos brasileiros e 32% dos cariocas são contrários à ideia. O resultado indica que, apesar da letalidade e das críticas de parte da sociedade civil e de organizações de direitos humanos, há um sentimento majoritário de que operações dessa natureza devem continuar. Metodologia da pesquisa O levantamento da Atlas Intel foi realizado de forma digital entre os dias 29 e 30 de outubro, com 1.089 entrevistados em todo o país. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Os dados mostram um cenário de apoio popular consistente às ações de segurança pública voltadas ao combate ao crime organizado, especialmente nas regiões mais vulneráveis da capital fluminense. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!

Justiça Federal Suspende Desocupação e Famílias Permanecem em Área de Litígio Indígena em Rondônia

Em uma decisão que impacta diretamente o futuro de famílias e a demarcação de terras indígenas, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) concedeu liminar favorável à permanência de três famílias em áreas rurais localizadas na região de litígio da Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau, em Rondônia. A decisão suspende as ordens de desocupação emitidas pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). O caso, que envolve disputas de longa data, ganhou destaque após a destruição de propriedades no início da semana, intensificando o clima de tensão na região da BR-429. A liminar, proferida nesta sexta-feira (30), busca garantir a segurança e a moradia das famílias enquanto a questão fundiária é analisada mais a fundo. A decisão judicial representa um alívio para os ocupantes, que temiam o cumprimento das ordens de desocupação. A defesa das famílias argumentou que a remoção imediata causaria graves prejuízos, tanto materiais quanto emocionais, aos envolvidos. Segundo um dos advogados do caso, “a decisão garante o direito à moradia digna e a continuidade da posse enquanto se busca uma solução justa e equilibrada para o conflito”. Contudo, a Funai ainda não se manifestou oficialmente sobre a decisão. A expectativa é que o órgão apresente recurso para tentar reverter a liminar e dar prosseguimento ao processo de demarcação da Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau, um território de grande importância para a preservação da cultura e do modo de vida dos povos indígenas. A complexidade da situação exige um diálogo transparente e a busca por soluções que conciliem os direitos dos povos indígenas com os direitos de posse e propriedade. A decisão do TRF-1 é um passo importante nesse processo, mas a resolução definitiva do conflito ainda demandará negociações e o respeito à legislação vigente. Fonte: http://www.rondoniagora.com

IML: Famílias Buscam Respostas e Justiça Após Megaoperação no Rio; Deputados Pedem Perícia Independente

O Ministério das Mulheres e a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados acompanharam nesta sexta-feira (31) o terceiro dia de reconhecimento dos corpos no Instituto Médico Legal (IML), no Rio de Janeiro. Familiares das vítimas da megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte, enfrentam a dolorosa tarefa de identificação e liberação dos entes queridos. A ação policial resultou em 117 mortes de suspeitos e quatro policiais, segundo a Polícia Civil. Na porta do IML, o presidente da comissão, deputado federal Reimont (PT), juntamente com os deputados Jandira Feghali (PCdoB) e pastor Henrique Vieira (PSOL), prestaram apoio às famílias e cobraram celeridade no processo. Reimont informou que foi solicitada ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma tutela de urgência para acelerar o processo e garantir uma perícia externa e independente, buscando esclarecer as circunstâncias das mortes. “A nossa preocupação também é em relação àquilo que depois vai ser o relatório final”, explicou Reimont, ressaltando a importância de detalhar as lesões encontradas nos corpos. “Nesse relatório precisa constar que tem dedo decepado, tem pessoas estranguladas, com seus dedos cortados, qual é o projétil e qual é o tipo de morte, para não ser somente aquilo que vem na declaração de óbito”. O deputado Henrique Vieira complementou, enfatizando a necessidade de um tratamento mais humanizado com os familiares e a urgência de uma perícia externa. “É muito importante acelerar e humanizar os processos. Uma outra preocupação que nós temos é que à medida que os corpos são liberados e não chega ou não é feita uma perícia que não é daqui, isso nos preocupa”, disse. A deputada Jandira Feghali destacou o sofrimento das famílias, muitas das quais aguardam a liberação dos corpos desde quarta-feira (29). “As pessoas querem ver, confirmar, viver esse processo. Então, a gente fez muita pressão por essa celeridade”, afirmou. Ela ainda criticou a demora na apresentação de fotografias para identificação, relatando que algumas famílias estão dormindo na rua por não terem condições de retornar para suas cidades. Os deputados denunciaram a presença de adolescentes entre os mortos, incluindo um jovem de 14 anos de Queimados e outro de 17 anos de Cabo Frio. Jandira Feghali enfatizou que mesmo que houvesse envolvimento em atividades ilícitas, a idade dos jovens não justifica o tratamento letal. “A mídia está dizendo que é tudo bandido, tudo traficante, mas há uma família de Cabo Frio que perdeu um adolescente de 17 anos”, lamentou. A ministra interina do Ministério das Mulheres, Eutália Barbosa, também esteve presente no IML, reforçando a preocupação do Governo Federal com o bem-estar dos familiares e a agilidade na liberação dos corpos. “O meu papel aqui, junto com as outras ministras, é a preocupação com as famílias”, disse ela. A ministra anunciou que o governo federal está à disposição para prestar apoio e assistência durante o acompanhamento do caso. Enquanto isso, a Polícia Civil informou que todos os corpos já foram periciados e que 99 já foram identificados. Dos identificados, 42 possuíam mandados de prisão pendentes e 78 apresentavam extenso histórico criminal. O Governo Federal anunciou o envio de 20 peritos criminais da Polícia Federal para reforçar os trabalhos de segurança pública no Rio de Janeiro. Fonte: http://odia.ig.com.br

Superintendente da PF Contesta Solução Simplista para Crime Organizado na Fronteira: ‘Discurso Vazio’

Em Corumbá (MS), o superintendente da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul, Carlos Henrique Cotta D’Angelo, criticou a ideia de que fechar fronteiras seria a solução para o combate ao crime organizado. A declaração foi feita durante a posse do novo delegado-chefe da PF local, Alexsandro Pereira de Carvalho, nesta sexta-feira (31). Cotta D’Angelo classificou a proposta como um “discurso vazio e impróprio”, especialmente no contexto da fronteira com a Bolívia. Segundo ele, culpar a segurança pública e “jogar o problema no colo do outro” é uma estratégia de “bandeira política que só tem a contribuir para o mal”, referindo-se indiretamente à crise de segurança no Rio de Janeiro. O superintendente usou como exemplo as dificuldades dos Estados Unidos em controlar suas fronteiras, mesmo com recursos superiores. “Não podemos cair nesse discurso vazio e impróprio de que bastaria fecharmos as fronteiras ou exigir uma atuação mais digna do Governo Federal”, ponderou, enfatizando a necessidade de ações integradas. Para Cotta D’Angelo, o caminho para o combate eficaz ao crime organizado passa pela união de esforços entre as diversas organizações de segurança pública. Ele citou Mato Grosso do Sul como um exemplo bem-sucedido dessa integração, destacando a importância da atuação forte dos estados, conforme previsto na Constituição. Além das questões fronteiriças, o superintendente ressaltou a importância da delegacia de Corumbá no combate a crimes ambientais no Pantanal. Ele também mencionou o desafio de construir a nova sede da delegacia, que demanda um investimento de R$ 30 milhões, buscando apoio da bancada federal e das prefeituras de Corumbá e Ladário para viabilizar o projeto. Fonte: http://www.campograndenews.com.br

Rio de Janeiro: Operação expõe a cúpula foragida do Comando Vermelho; Disque Denúncia oferece recompensa

A megaoperação “Contenção”, deflagrada em outubro de 2025, revelou a estrutura de liderança do Comando Vermelho e colocou em alerta as autoridades do Rio de Janeiro. A ação, considerada uma das mais impactantes já realizadas, tinha como foco principal Edgar Alves de Andrade, vulgo Doca, apontado como o principal líder da facção ainda em liberdade. Doca conseguiu escapar do cerco policial nos complexos da Penha e do Alemão, intensificando a busca por sua captura. Em resposta, o Disque Denúncia oferece uma recompensa de R$ 100 mil por informações que levem à prisão de Doca. Sua trajetória criminosa, iniciada há mais de duas décadas, inclui passagens por tráfico de drogas e porte ilegal de armas. Investigações apontam que ele ascendeu ao comando do Comando Vermelho, exercendo influência sobre territórios e o financiamento de atividades criminosas. “Sua ficha criminal tem 189 páginas e reúne 176 anotações”, informou a polícia, detalhando acusações que vão desde tráfico e associação criminosa até homicídios e tortura. Além de Doca, outros nomes de destaque na hierarquia do Comando Vermelho também são alvos da operação. Pedro Paulo Guedes, conhecido como Pedro Bala, é apontado como o braço operacional do grupo, atuando como um dos principais líderes ao lado de Doca. As investigações o colocam como um “gerente-geral”, responsável pelo controle e expansão do tráfico em diversas áreas. Juan Breno Ramos, o BMW, também figura na lista dos mais procurados. Segundo a polícia, BMW utilizava a região da Pedreira, no Complexo da Penha, para treinar novos membros da facção no manuseio de fuzis. Ele é ainda investigado por envolvimento em crimes de grande repercussão, como o assassinato de três médicos na Barra da Tijuca em 2023 e a morte de três crianças em Belford Roxo em 2020. Outro nome importante é Carlos da Costa Neves, o Gardenal, identificado como o gerente-geral do tráfico no Complexo da Penha e responsável pela expansão da facção na Grande Jacarepaguá. Investigações indicam que ele controlava a segurança da residência de Doca, definindo quem tinha acesso ao local. Em mensagens interceptadas, Gardenal afirmava que “ninguém deve entrar armado na casa de Doca, nem os próprios traficantes”. Completam a lista Luciano Martiniano da Silva, o Pezão, foragido há 15 anos e apontado como um dos chefes do tráfico no Complexo do Alemão, e Wilton Carlos Rabello Quintanilha, o Abelha, tido como um dos líderes do Comando Vermelho e articulador da facção dentro do sistema prisional do Rio de Janeiro. A polícia segue em busca dos foragidos, intensificando o combate ao crime organizado no estado. Fonte: http://agorarn.com.br

Gleisi Hoffmann Acusa Governadores de Direita de Incentivarem Intervenção Americana no Brasil

A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, elevou o tom contra governadores de partidos de direita, acusando-os de fomentar a divisão no país e, consequentemente, abrir espaço para uma possível intervenção dos Estados Unidos na América Latina. A declaração foi feita em meio a discussões sobre estratégias de segurança pública e a recente criação de um consórcio de governadores para combater o crime organizado. Para Gleisi, a postura dos governadores diverge da necessidade de união em torno de soluções para a segurança pública, como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18, conhecida como PEC da Segurança Pública, apresentada pelo governo Lula. A ministra criticou a iniciativa dos governadores, liderada por Ronaldo Caiado, de buscarem soluções independentes, argumentando que isso poderia atrair a atenção de figuras como Donald Trump para uma intervenção militar na região. A ministra também traçou um paralelo entre a atuação dos governadores e a do deputado federal Eduardo Bolsonaro, residente nos Estados Unidos, que é acusado de influenciar sanções comerciais contra o Brasil. “Não conseguem esconder seu desejo de entregar o país ao estrangeiro, do mesmo jeito que Eduardo Bolsonaro e sua família de traidores da pátria fizeram com as tarifas e a Magnitsky”, afirmou Gleisi, em referência à Lei Magnitsky, utilizada pelos EUA para punir indivíduos acusados de violações de direitos humanos e corrupção. Em contrapartida, sete governadores anunciaram a formação do “Consórcio da Paz”, uma iniciativa para integrar informações de inteligência e recursos no combate ao crime organizado. A reunião, realizada no Rio de Janeiro, contou com a presença de diversos governadores e a participação remota do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Os governadores presentes elogiaram a operação policial nos complexos da Penha e do Alemão, apesar do alto número de mortos. A PEC da Segurança Pública, proposta pelo governo federal, tem sido alvo de críticas por parte dos governadores, que alegam que a medida retira a autonomia dos estados sobre suas polícias. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, argumenta que a proposta representa uma “intervenção direta nas polícias dos estados”, transferindo o controle para o Ministério da Justiça. O governo federal, por sua vez, defende que a PEC mantém a autonomia das forças de segurança estaduais e distrital. Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br

Petrobras Anuncia Redução no Preço do Gás para Distribuidoras: Impacto no GNV e Gás Encanado à Vista

A Petrobras anunciou uma significativa redução no preço do gás natural para as distribuidoras, com validade a partir deste sábado. A medida promete impactar positivamente os consumidores de Gás Natural Veicular (GNV) e gás encanado, trazendo alívio para os bolsos em um cenário econômico ainda desafiador. Embora a redução seja uma boa notícia para alguns, é importante ressaltar que o gás de botijão (GLP), utilizado em grande parte dos domicílios brasileiros para cozinhar, não será afetado por essa mudança. A diferenciação se deve às diferentes cadeias de distribuição e aos tipos de contratos existentes. A expectativa é que a diminuição nos custos para as distribuidoras se traduza em preços mais competitivos para o GNV e o gás encanado, incentivando o consumo e aquecendo o mercado. “Acreditamos que essa medida contribui para a retomada da economia e beneficia diretamente o consumidor”, afirmou um representante da Petrobras em nota. Contudo, a velocidade e a magnitude do repasse dessa redução ao consumidor final dependem de diversos fatores, como as políticas de preços das distribuidoras e a concorrência no mercado. Acompanhar a evolução dos preços nos postos e nas contas de gás será fundamental para avaliar o real impacto no dia a dia. Fonte: http://www.maisgoias.com.br

Vereadora de Palmas Critica Violência Policial e Defende Estratégias de Segurança do Governo Lula

A vereadora Thamires Lima, do Coletivo SOMOS, utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Palmas para defender o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e questionar as políticas de segurança pública adotadas por governos estaduais de direita. O discurso ocorreu durante a sessão de quarta-feira (29/10), em resposta a elogios feitos à Polícia Militar de Goiás. Thamires Lima confrontou a exaltação à PM de Goiás, lembrando que o estado ocupa a quarta posição no ranking de letalidade policial no Brasil, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. “Não é possível normalizar a violência policial como sinônimo de eficiência”, afirmou a vereadora. Ela ainda sugeriu que o Tocantins poderia ser uma referência melhor, apesar dos desafios enfrentados, especialmente em relação à saúde mental dos policiais. A vereadora também criticou a gestão da segurança pública no Rio de Janeiro, argumentando que décadas de governos de direita resultaram em um modelo baseado na violência. “São eles que comandam a segurança pública e as polícias Civil e Militar. Não faz sentido transferir responsabilidades quando foram essas gestões que sustentaram por décadas um modelo baseado na violência e no desprezo pela vida”, declarou. Em defesa do governo Lula, Thamires Lima destacou a Operação Quasar, conduzida pela Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público. A vereadora classificou a operação como “a maior operação contra o crime organizado da história”, com o bloqueio de bilhões e o desmantelamento de esquemas financeiros de facções como o PCC. A vereadora ainda rebateu a alegação de que o governo Lula ignorou um pedido de apoio do governo do Tocantins, afirmando que não houve solicitação formal. “De um lado, vemos a política da bala e da espetacularização da morte. Do outro, um governo federal que combate o crime com inteligência, integração e respeito à vida. É preciso escolher de que lado estamos”, concluiu a vereadora Thamires Lima, defendendo uma abordagem mais inteligente e humana para a segurança pública. Fonte: http://soudepalmas.com.br