Paulo Martins oficializa filiação ao NOVO em evento com Zema e Dallagnol em Curitiba

Vice-prefeito celebra entrada no Novo em ato com Romeu Zema e Deltan Dallagnol O vice-prefeito de Curitiba, Paulo Martins, oficializa sua filiação ao NOVO no próximo dia 8 de agosto, em um evento aberto ao público na Sociedade Thalia, na capital paranaense. A cerimônia, marcada para as 19h, contará com as presenças do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, do ex-deputado federal Deltan Dallagnol e do deputado Marcel Van Hattem, reunindo filiados e apoiadores do partido. Martins anunciou sua migração para o Novo na última semana, reforçando a presença da legenda no cenário político da direita paranaense. Jornalista de carreira, ele ganhou projeção nacional como comentarista político da Rede Massa, onde ficou conhecido por sua forte oposição aos governos petistas e defesa de pautas liberais. Trajetória política e alinhamento ideológico Com histórico de militância liberal e conservadora, Paulo Martins tem em seu currículo a atuação como deputado federal, cargo que conquistou em 2018 após uma expressiva votação. Durante o mandato, foi reconhecido como um dos parlamentares mais econômicos do país, ocupando o terceiro lugar no ranking nacional de gastos com cota parlamentar em 2021, segundo levantamento da revista Veja. Leia mais: Os poderes sem contrapesos de Alexandre de Moraes Defensor da redução do tamanho do Estado, da privatização de estatais, da flexibilização das normas trabalhistas e do direito ao porte de armas, Martins mantém discurso alinhado às bandeiras do Novo. Desde 2024, ocupa o cargo de vice-prefeito de Curitiba e também atua como secretário de Desenvolvimento Econômico da capital. Cenário eleitoral e fortalecimento do Novo A filiação ocorre em meio às articulações para as eleições de 2026. Martins, que foi segundo colocado na disputa ao Senado em 2022, é apontado como possível candidato novamente ao cargo. O movimento também fortalece o Novo no Paraná, que já conta com figuras como Deltan Dallagnol, a secretária municipal Amália Tortato e três vereadores em Curitiba. Leia mais: Moraes acumula 29 pedidos de impeachment no Senado após decisão contra Bolsonaro O evento do dia 8 de agosto busca marcar o ingresso de Martins na legenda como um passo importante para consolidar a presença do partido na política paranaense. Expectativas para o evento Segundo a organização, a cerimônia de filiação promete reunir apoiadores do partido e lideranças nacionais comprometidas com uma agenda de liberdade econômica, ética na política e gestão eficiente. A entrada será gratuita, mas com vagas limitadas, mediante inscrição online. “Estamos prontos para construir juntos um Brasil mais livre e transparente. Este é um momento simbólico para todos que acreditam na transformação política”, afirmou Paulo Martins em comunicado. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!
Racha no PT do Paraná opõe Gleisi, Chiorato e Ana Júlia a Renato Freitas e Zeca Dirceu nas eleições internas

Lideranças históricas do partido se unem para reeleger Arilson Chiorato, enquanto Zeca Dirceu tenta romper hegemonia com apoio de Freitas O PT do Paraná vive um racha às vésperas da eleição que vai definir o comando estadual do partido. De um lado, estão as principais lideranças petistas no estado, como Gleisi Hoffmann, Tadeu Veneri e Ana Júlia, em apoio à recondução do deputado estadual Arilson Chiorato à presidência da sigla. Do outro, o deputado federal Zeca Dirceu tenta romper a hegemonia do grupo com o apoio do também deputado estadual Renato Freitas. A disputa acontece dentro do Processo de Eleições Diretas (PED) do partido, cujo segundo turno está marcado para o próximo sábado (27). No primeiro turno, Zeca Dirceu saiu na frente, com 7.616 votos, forçando a realização de nova votação contra Chiorato. O embate expõe uma divisão cada vez mais clara entre a direção tradicional do PT paranaense, ligada ao núcleo que comanda o partido desde o início dos anos 2000, e um grupo que defende mais espaço para as bases e para lideranças fora do eixo Curitiba-Londrina. Renato Freitas, que recentemente declarou apoio público a Zeca Dirceu, afirma que o PT vive hoje um distanciamento perigoso da militância. ““Quando fui acusado de invadir a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, em Curitiba, tive que lutar sozinho contra a mentira. Contei com as pessoas da base, da quebrada, mas não com o comando do partido. A direção municipal, a estadual e a nacional me jogaram na fogueira. Preferiram acreditar no MBL a defender um de seus militantes que estava sendo atacado por lutar pela vida” disse Freitas. Leia mais: Paraná lidera crescimento econômico do Brasil no início de 2025 Do outro lado, Arilson conta com o respaldo da presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, que atua diretamente na construção da chapa pela reeleição do aliado. Também estão com ele o deputado federal Tadeu Veneri e a deputada federal suplente Ana Júlia, além de dezenas de vereadores, prefeitos e dirigentes históricos da legenda. Nos bastidores, aliados de Zeca Dirceu acusam a cúpula do partido de centralizar decisões e sufocar lideranças emergentes. Já os defensores de Arilson afirmam que o grupo de Zeca tenta se impor à força, sem respeitar as instâncias internas da sigla. A definição da presidência estadual do PT terá impacto direto na organização do partido para as eleições de 2026. O presidente estadual é responsável por articular alianças, conduzir a montagem das chapas proporcionais e definir estratégias regionais. Quem vencer no sábado terá influência decisiva sobre os rumos da legenda no Paraná. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!
“Se ele tiver trucando, vai tomar um 6”, diz Lula sobre Trump em tom de desafio

Presidente afirma que Trump evita diálogo com o Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mandou um recado direto ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quinta-feira (24). Em um evento em Minas Gerais, Lula disse que o republicano “não quer conversar” com o Brasil e, em tom provocativo ironizou o tarifaço de 50% em todos os produtos brasileiros: “Sou bom de truco. Se ele tiver trucando, ele vai tomar um seis”, disse. A fala de Lula acontece num momento em que as relações entre Brasil e Estados Unidos estão na escalada mais tensa desde o retorno de Trump à Casa Branca, em janeiro de 2025. Questionado sobre como pretende lidar com o presidente norte-americano, Lula foi direto: “Ele não quer conversar com o Brasil, então o problema não é meu. Se ele quiser conversar, o Brasil está aqui”. Leia mais: Moraes acumula 29 pedidos de impeachment no Senado após decisão contra Bolsonaro O petista também voltou a criticar a extrema-direita global e citou a invasão ao Capitólio, em 2021, promovida por apoiadores de Trump, como um exemplo de ataque à democracia. Lula foi um dos primeiros líderes internacionais a se posicionar contra o episódio. Apesar de manter interlocução institucional com Washington, o governo brasileiro vê com cautela a nova gestão Trump, especialmente em temas como mudanças climáticas, proteção da Amazônia e inclusão social, áreas em que há divergência ideológica clara. A provocação no estilo “truco” deixa claro que Lula não pretende adotar uma postura submissa diante do republicano. Ao contrário, sinalizou que, se precisar, vai aumentar a aposta no confronto, contrariando os interesses do empresáriado e do trabalhador brasileiro. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!
Paraná lidera crescimento econômico do Brasil no início de 2025

Estado teve o maior avanço do PIB entre as unidades da federação nos cinco primeiros meses do ano, segundo levantamento do Banco Central O Paraná registrou o maior crescimento econômico do Brasil entre janeiro e maio de 2025. A informação consta em levantamento do Banco Central, com base no Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR), considerado uma prévia do PIB. No período, a economia paranaense cresceu 6,48% em comparação com os cinco primeiros meses de 2024. O resultado coloca o estado na liderança nacional, à frente de outras economias fortes como Minas Gerais (5,84%) e São Paulo (5,34%). A média nacional foi de 4,47%. Segundo o governo estadual, o avanço foi puxado principalmente pelo desempenho da agropecuária, especialmente na produção de soja e milho, que se recuperou após a quebra de safra no ano passado. A indústria também contribuiu para o resultado, com destaque para os setores de alimentos e veículos. Já o setor de serviços teve crescimento mais tímido, mas ainda positivo. “Esse resultado reflete o dinamismo da nossa economia e o forte planejamento estratégico do Governo, que é parceiro do setor produtivo”, afirma o secretário de Planejamento, Ulisses Maia. Leia mais: PF Aprofunda Investigação sobre Tentativa de Golpe e Aponta Novos Suspeitos O estudo do Banco Central usa o IBCR como indicador da atividade econômica de curto prazo em cada estado. Apesar de não substituir o PIB oficial calculado pelo IBGE, o índice é amplamente utilizado por analistas para acompanhar a evolução regional da economia. A expectativa do governo é manter o ritmo de crescimento no segundo semestre, impulsionado por obras de infraestrutura, exportações via Porto de Paranaguá e investimentos em inovação e tecnologia no campo e na indústria. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!
Moraes autoriza Bolsonaro a conceder entrevistas mas com restrições

STF reforça que ex-presidente deve evitar falas que burlem medidas cautelares O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), esclareceu nesta quinta-feira (24) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está autorizado a conceder entrevistas, desde que respeite os limites impostos pelas medidas cautelares em vigor. A decisão vem após questionamento formal da defesa do ex-mandatário, que buscava entender se as restrições impostas pelo Supremo se estendiam a manifestações em veículos de imprensa. Segundo Moraes, entrevistas concedidas a jornalistas ou declarações feitas em eventos públicos não configuram, por si só, violação das medidas cautelares. Contudo, o magistrado reforçou que Bolsonaro não pode utilizar entrevistas como instrumento para burlar as restrições, mantendo discursos que motivaram a investigação contra ele, como tentativas de coação processual, obstrução da Justiça e ataques à soberania nacional. Entenda o contexto das medidas As medidas cautelares impostas ao ex-presidente incluem o uso de tornozeleira eletrônica, proibição de uso de redes sociais, restrição de contato com investigados, além de recolhimento domiciliar noturno e integral nos fins de semana. As determinações foram decretadas após operação da Polícia Federal autorizada pelo STF em 18 de julho, que investiga Bolsonaro por suposta articulação, em parceria com o filho Eduardo Bolsonaro, para interferir ilicitamente em processos judiciais no Brasil, contando com apoio de aliados do ex-presidente norte-americano Donald Trump. Leia mais: Os poderes sem contrapesos de Alexandre de Moraes As restrições também têm como objetivo impedir novos atos que possam instigar autoridades estrangeiras a adotar medidas contra o Supremo e o governo brasileiro. Moraes já havia alertado que a proibição de uso de redes sociais se estende à “transmissão, retransmissão ou veiculação de áudios, vídeos ou transcrições” de entrevistas em perfis de terceiros, inclusive de aliados ou apoiadores. A manifestação da defesa Na terça-feira (22), a defesa de Bolsonaro protocolou petição pedindo esclarecimentos sobre o alcance das medidas. Os advogados alegaram que o ex-presidente “jamais considerou” estar proibido de conceder entrevistas, uma vez que as decisões anteriores não continham vedação expressa a falas à imprensa. Leia mais: Governo Ratinho Jr. realiza maior contratação da história da Polícia Civil do ParanáGoverno Ratinho Jr. realiza maior contratação da história da Polícia Civil do Paraná Os defensores ainda sustentaram que Bolsonaro não possui controle sobre a replicação espontânea de suas falas por terceiros nas redes sociais, argumentando que qualquer pessoa pode gravar entrevistas e divulgá-las em seus perfis. “Uma entrevista pode ser retransmitida, veiculada ou transcrita nas redes sociais. E tais atos não contam com a participação direta ou indireta do entrevistado, que não pode ser punido por atos de terceiros”, afirmou a equipe jurídica. No mesmo documento, os advogados reiteraram que o ex-presidente cumpre rigorosamente todas as determinações judiciais e, em sinal de respeito, suspendeu temporariamente manifestações públicas até obter resposta formal do STF sobre os limites das restrições. Decisão de Moraes e parâmetros para entrevistas Em sua decisão, Moraes reiterou que “em momento algum Jair Messias Bolsonaro foi proibido de conceder entrevistas ou proferir discursos em eventos públicos ou privados, respeitados os horários estabelecidos nas medidas restritivas”. No entanto, estabeleceu balizas claras para as falas do ex-presidente. Leia mais: Paraná turbina investimentos em habitação e injeta R$ 225 milhões só no 1º semestre De acordo com o despacho, serão consideradas violações da cautelar entrevistas ou discursos que repitam conteúdos “caracterizadores das infrações penais que motivaram a imposição das medidas”, sobretudo quando, de forma coordenada, apoiadores, “milícias digitais” ou outros investigados disseminarem os trechos para manter as práticas ilícitas. Para Moraes, eventuais manifestações que busquem “induzir e instigar chefes de Estado estrangeiros a interferirem ilicitamente no curso do processo judicial” também se enquadram como burla das determinações do Supremo. Nesses casos, segundo ele, a instrumentalização de entrevistas para sustentar condutas ilícitas poderá ensejar prisão preventiva. Episódio no Congresso e reação do STF A discussão sobre os limites das entrevistas ganhou destaque após Bolsonaro comparecer à Câmara dos Deputados na última segunda-feira (21), onde mostrou a tornozeleira eletrônica imposta pelo STF e deu breves declarações à imprensa, classificando a medida como “máxima humilhação”. O momento foi amplamente reproduzido nas redes sociais, motivando Moraes a intimar a defesa para explicar o episódio. Leia mais: Pesquisa Revela Forte Desaprovação a Lula no Rio de Janeiro: 60% de Rejeição Na sequência, o ministro reforçou que a vedação ao uso de redes sociais busca impedir que o ex-presidente continue utilizando declarações públicas para mobilizar sua base e atacar as instituições. Segundo Moraes, qualquer tentativa de usar entrevistas como “atalho” para descumprir as cautelares será tratada como afronta à Justiça. Impacto político A decisão ocorre em um cenário de crescente tensão entre Bolsonaro e o Supremo, marcado por restrições que têm limitado sua atuação política e presença pública. Aliados do ex-presidente têm interpretado as medidas como “perseguição”, enquanto setores do Judiciário ressaltam que elas buscam garantir a integridade das investigações e evitar novos ataques à ordem democrática. Com o novo despacho, Bolsonaro poderá voltar a conceder entrevistas, mas sob forte vigilância do STF, que seguirá monitorando o cumprimento das medidas. Moraes destacou que qualquer reincidência poderá levar à decretação da prisão preventiva do ex-presidente. Leia mais: Caiado Detona Medidas Contra Bolsonaro: ‘Humilhação’ Incompatível com a Democracia O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), esclareceu nesta quinta-feira (24) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está autorizado a conceder entrevistas, desde que respeite os limites impostos pelas medidas cautelares em vigor. A decisão vem após questionamento formal da defesa do ex-mandatário, que buscava entender se as restrições impostas pelo Supremo se estendiam a manifestações em veículos de imprensa. Segundo Moraes, entrevistas concedidas a jornalistas ou declarações feitas em eventos públicos não configuram, por si só, violação das medidas cautelares. Contudo, o magistrado reforçou que Bolsonaro não pode utilizar entrevistas como instrumento para burlar as restrições, mantendo discursos que motivaram a investigação contra ele, como tentativas de coação processual, obstrução da Justiça e ataques à soberania nacional. Entenda o contexto das medidas As medidas cautelares impostas ao ex-presidente incluem o uso de tornozeleira eletrônica, proibição de uso de
Pesquisa Revela Forte Desaprovação a Lula no Rio de Janeiro: 60% de Rejeição

Uma pesquisa recente do instituto Gerp, divulgada pela revista Exame, indica que a maioria dos moradores do Rio de Janeiro desaprova a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento aponta que 60% da população fluminense reprova o governo petista, enquanto apenas 34% o aprovam. Os 6% restantes não souberam ou preferiram não opinar. Este é o primeiro levantamento do instituto Gerp sobre a popularidade de Lula no estado do Rio de Janeiro. A pesquisa demonstra que a rejeição ao presidente se mantém superior à aprovação em todas as segmentações analisadas, demonstrando uma tendência clara de descontentamento. As regiões das Baixadas Litorâneas e do Centro Fluminense apresentam as maiores taxas de desaprovação, ultrapassando os 70%. Em contrapartida, a menor rejeição foi observada entre moradores da região metropolitana, mulheres, pessoas com mais de 60 anos e indivíduos com renda de até um salário mínimo. Apesar das recentes medidas do governo federal em resposta às tarifas impostas pelos Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump, Lula continua a enfrentar desafios para melhorar seus índices de popularidade nas regiões Sul e Sudeste, áreas com forte presença de eleitores associados a ideologias de direita. A mesma pesquisa revelou que o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), também enfrenta uma avaliação negativa. De acordo com o levantamento, 57% dos entrevistados reprovam sua gestão, enquanto apenas 32% a aprovam. O levantamento ouviu 1.110 pessoas entre os dias 16 e 21 de julho de 2025, com uma margem de erro de 3,02 pontos percentuais e um intervalo de confiança de 95%. Fonte: http://www.conexaopolitica.com.br
Caiado Detona Medidas Contra Bolsonaro: ‘Humilhação’ Incompatível com a Democracia

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), elevou o tom contra as recentes medidas restritivas impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Caiado classificou as ações como um “excesso” e questionou a compatibilidade das restrições com os princípios democráticos. Em declarações contundentes, Caiado defendeu que, embora respeite as decisões judiciais, há limites a serem observados. “Julgar é papel da Justiça, vingar não. O Supremo julga, não vinga. Não se pode impor esse tipo de humilhação a quem sequer foi condenado”, argumentou o governador, evidenciando seu descontentamento com a situação. A polêmica envolve a determinação de Moraes, que obrigou Bolsonaro a usar tornozeleira eletrônica, além de restringir seu acesso a redes sociais e impor horários de recolhimento domiciliar. As medidas foram tomadas no âmbito de uma investigação sobre suposta obstrução da Justiça, relacionada ao apoio à permanência de seu filho, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), nos Estados Unidos. “Colocar tornozeleira em um ex-presidente que não tem condenação, não responde criminalmente e sempre se colocou à disposição da Justiça? Isso é um absurdo”, reiterou Caiado, demonstrando seu desacordo com a decisão. A repercussão do caso ganhou ainda mais destaque após Bolsonaro exibir publicamente a tornozeleira, classificando-a como um “símbolo de humilhação”. Fonte: http://www.conexaopolitica.com.br