Alvaro Dias lidera corrida pelo Senado no Paraná, mas disputa segue aberta

Pesquisa mostra ex-senador à frente, mas outros nomes competitivos surgem na disputa por duas vagas em 2026 O ex-senador Alvaro Dias (Podemos) aparece na liderança da disputa pelas duas cadeiras que o Paraná terá direito no Senado Federal em 2026. É o que aponta pesquisa divulgada nesta segunda-feira (8) pelo instituto Paraná Pesquisas. Mesmo fora do Congresso desde 2023, Dias larga com vantagem e aparece com 43,8% das intenções de voto. Na sequência, o deputado estadual Alexandre Curi (PSD) tem 26,8% e o deputado federal Filipe Barros (PL), 25,3%. A jornalista Cristina Graeml, também do Podemos, pontua com 21,2%. Fechando os nomes mais citados, aparece o deputado federal Zeca Dirceu (PT), com 10,8%. Apesar da dianteira de Alvaro, a pesquisa indica um cenário embolado, com vários nomes competitivos disputando o segundo voto do eleitor paranaense. Como serão duas vagas em disputa, o eleitor poderá escolher dois candidatos no mesmo dia. Leia mais: Guto Silva, Alexandre Curi e Rafael Greca aparecem como principais adversários de Sérgio Moro para governo do Paraná em 2026 O levantamento ouviu 1.540 eleitores entre os dias 3 e 6 de julho. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O número de registro na Justiça Eleitoral é PR-08096/2024. Ainda não é possível cravar quais nomes vão mesmo entrar na disputa, mas a pesquisa aponta tendências. Alvaro Dias tenta se manter como um dos principais nomes da política paranaense, enquanto Graeml surge como novidade dentro do eleitorado conservador. Filipe Barros se apresenta como opção bolsonarista. Já Alexandre Curi pode herdar apoio do grupo do governador Ratinho Junior, dentro do PSD, e Zeca Dirceu corre por fora na esquerda. O quadro deve mudar até as convenções partidárias de 2026, mas os primeiros números já desenham os contornos da disputa. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!
Paraná Pesquisa: Guto Silva, Alexandre Curi e Rafael Greca aparecem como principais adversários de Sérgio Moro para governo do Paraná em 2026

Levantamento do Paraná Pesquisas mostra Sérgio Moro na liderança para o governo do Paraná, mas nomes do PSD ganham força e podem complicar a vida do ex-juiz na disputa A corrida para o governo do Paraná em 2026 começa a tomar forma com a divulgação da mais recente pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas. O senador Sérgio Moro (União Brasil) lidera os cenários estimulados, mas três nomes do PSD: Guto Silva, Alexandre Curi e Rafael Greca, aparecem como os principais adversários capazes de disputar a preferência do eleitorado. No primeiro cenário, que inclui Sérgio Moro, Beto Richa (PSDB), Requião Filho (PDT), Guto Silva (PSD) e Enio Verri (PT), Moro lidera com 43,8% das intenções de voto. Beto Richa aparece com 17,5%, seguido por Requião Filho com 16,5%. Guto Silva registra 5,2%, enquanto Enio Verri tem 3%. Indecisos somam 5,3% e brancos e nulos, 8,8%. No segundo cenário, Guto Silva é substituído por Alexandre Curi (PSD). Moro mantém a liderança com 41%, Beto Richa fica com 17,1%, Requião Filho tem 16,6% e Curi aparece com 9,5%. Enio Verri permanece com 2,9%. Indecisos são 4,2% e brancos/nulos 8,8%. Leia mais: Guto Silva: o homem que pode carregar o legado de Ratinho Junior No terceiro cenário, que apresenta Rafael Greca como representante do PSD, Moro aparece com 38,2%, enquanto Greca cresce para 19,5%. Beto Richa tem 14,7% e Requião Filho, 13,4%. Enio Verri registra 3,1%, indecisos 3,6% e brancos/nulos 7,5%. Cenários do segundo turno Nas simulações de segundo turno, os números mostram que Sérgio Moro mantém vantagem contra os principais nomes do PSD, embora as disputas sejam relativamente equilibradas. No confronto com Guto Silva, Moro aparece com 48,8% contra 35,2% do secretário estadual das Cidades. Já contra Alexandre Curi, o ex-juiz alcança 48,7%, enquanto o presidente da Assembleia Legislativa tem 37,8%. Esses cenários reforçando que o secretário e o presidente da Assembleia seriam apoiados pelo governador Ratinho Junior (PSD). O levantamento foi realizado em 62 municípios paranaenses, com 1.540 entrevistas entre os dias 3 e 6 de julho. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!
Chiorato e Zeca Dirceu vão ao segundo turno na disputa pelo comando do PT no Paraná

Eleição interna do partido segue para nova votação no dia 27 de julho, com embate direto entre dois deputados A eleição interna que vai escolher a nova presidência estadual do PT no Paraná será decidida em segundo turno. Os candidatos que seguem na disputa são o deputado estadual Arilson Chiorato e o deputado federal Zeca Dirceu. O confronto entre os dois está marcado para o dia 27 de julho, com votação em todos os municípios onde o partido tem diretórios ativos. A definição da disputa ocorreu após a apuração de 94% das 275 cidades que realizaram o primeiro turno no último domingo (7). Como nenhum dos candidatos atingiu maioria absoluta, a decisão foi encaminhada para a Comissão de Organização Eleitoral (COE) Nacional, que confirmou a realização do segundo turno. Zeca Dirceu, que terminou em primeiro lugar nesta primeira etapa, afirmou que o resultado parcial mostra um desejo de renovação interna: “O PT do Paraná quer mudança e as urnas deram esse recado claro. Fizemos uma campanha que resgatou o orgulho e a autoestima da militância petista, esse foi um diferencial, que nos fez liderar no primeiro turno. Valorizamos a participação das bases e mostramos que o PT precisa de organização, estratégia e presença em todos os municípios. Nosso foco está na reeleição do presidente Lula com uma votação expressiva no Paraná. Esse é o nosso compromisso maior”, declarou o deputado federal. Leia mais: Lula responde a Trump: “Dê palpite na sua vida, não na nossa” Arilson Chiorato também comemorou o desempenho no primeiro turno e agradeceu à militância. Ele destacou o caráter coletivo de sua campanha e o simbolismo do Processo de Eleições Diretas (PED): “Quero agradecer, de coração, a todas e todos que nos deram seu voto, seu apoio, seu carinho e seu tempo nesta primeira etapa da campanha à presidência estadual do PT Paraná. Foi uma jornada de muito diálogo, acolhimento e compromisso com o partido que acreditamos: um PT unido, de luta e coragem! PT raiz, construído coletivamente por militantes, dirigentes, lideranças e cada filiado e filiada, que mantém viva a nossa história e o nosso projeto político. Seguimos firmes, com a certeza de que é junto da base, com participação coletiva e fidelidade aos nossos princípios, que construiremos mais uma vitória, a vitória do time que vai ajudar a eleger o Lula de novo em 2026, combater a extrema direita e fortalecer ainda mais o nosso partido em todos os municípios paranaenses.”, disse o deputado estadual. A eleição interna vai definir quem comandará o PT no Paraná pelos próximos quatro anos, até 2029. O nome escolhido também terá papel decisivo nas articulações para as eleições gerais de 2026, influenciando na montagem das chapas, nas alianças e na estratégia do partido para ampliar sua presença no Executivo e Legislativo local. Além disso, o novo presidente estadual será peça-chave no esforço da legenda para garantir uma votação robusta para Lula no estado, considerado historicamente difícil para o PT em disputas presidenciais. A votação será presencial, organizada por cada diretório municipal, e o resultado final deverá ser homologado pela direção nacional do partido na semana seguinte. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!
Hudson Teixeira sinaliza candidatura a deputado federal em 2026

Secretário de Segurança do Paraná deve concorrer pelo PSD, partido do governador Ratinho Junior O secretário de Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira, indicou a aliados que pretende disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. A intenção foi manifestada durante uma visita à Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), na tarde da última terça-feira (8), em meio a articulações com parlamentares da base governista. Hudson esteve na Alep para acompanhar a votação do Projeto de Lei que institui o quadro próprio da Polícia Penal do Estado. Antes da sessão, porém, ele se reuniu com deputados estaduais nos gabinetes da Casa e, em uma dessas conversas, revelou o desejo de entrar na disputa por uma cadeira na Câmara Federal no ano que vem. A candidatura deve ser construída dentro do PSD, mesmo partido do governador Ratinho Junior, a quem Hudson é ligado desde que assumiu o comando da Secretaria de Segurança Pública. Com a sinalização, Hudson se soma a outros integrantes do primeiro escalão do Executivo que avaliam um salto para o Legislativo em 2026. Embora ainda não tenha feito o anúncio oficial, o movimento já acende o alerta entre pré-candidatos que disputam o eleitorado conservador e alinhado à área da segurança, tradicionalmente bem-sucedido nas urnas paranaenses. Leia mais: Moro lidera pesquisas, mas apoio de Ratinho Junior pode redefinir eleição no Paraná A participação de Hudson na votação do projeto da Polícia Penal também teve peso simbólico. O texto aprovado pela Assembleia cria uma estrutura específica para os servidores da carreira penal e vinha sendo discutido há meses com representantes da categoria. A presença do secretário, nesse contexto, reforça a tentativa de construção de pontes com segmentos que podem compor sua base de apoio no futuro pleito. Nos bastidores, aliados de Hudson avaliam que ele pode herdar votos do bolsonarismo no estado, sobretudo se mantiver a visibilidade à frente da pasta da Segurança nos próximos meses. A possível candidatura também deve entrar na conta das articulações do PSD para manter força na bancada federal e ampliar sua influência no Congresso, especialmente em um cenário pós-Ratinho. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!
Moro lidera pesquisas, mas apoio de Ratinho Jr pode redefinir eleição no Paraná

Popularidade do governador é trunfo decisivo e já altera cenários de 2º turno nas pesquisas O senador Sergio Moro (União Brasil) segue na liderança das intenções de voto para o governo do Paraná, segundo levantamento recente da Paraná Pesquisas. No entanto, um novo fator tem ganhado força nos bastidores políticos e pode mudar completamente a dinâmica da disputa: o apoio de Ratinho Jr. Cenários estimulados mostram o peso do atual governante para o eleitor paranaense. O atual governador do Paraná, reeleito com ampla vantagem e com aprovação superior a 80%, tornou-se uma figura central na política estadual. E os números mostram que sua influência não é apenas simbólica. Quando o eleitor é informado de que o candidato do PSD tem o apoio do governador, o cenário se transforma — a vantagem de Moro diminui drasticamente, e seus adversários se aproximam de forma considerável. A força do governador nas urnas Nos testes de segundo turno entre Sergio Moro e nomes ligados ao PSD, o impacto do apoio de Ratinho Jr é direto. Sem apoio declarado, Moro vence com folga: 62,7% contra 16,9% de Guto Silva, por exemplo. Mas, quando o apoio do governador é anunciado, Guto sobe para 35,2%, enquanto Moro cai para 48,8%. Situação parecida ocorre com Alexandre Curi, que salta de 25,3% para 37,8% com o respaldo de Ratinho. Leia mais: Lula responde a Trump: “Dê palpite na sua vida, não na nossa” Essas mudanças revelam que o apoio de Ratinho Jr não apenas agrega votos, mas pode ser decisivo na reta final. A eleição, que parecia controlada por Moro, pode rapidamente se tornar uma disputa acirrada caso o governador entre oficialmente no jogo com um sucessor declarado. Moro encara limites e riscos Apesar da vantagem atual, aliados de Moro já demonstram preocupação com um possível teto nas intenções de voto. O temor é que, conforme a campanha avança, o senador não consiga ampliar seu eleitorado e ainda perca espaço para candidaturas impulsionadas pela máquina estadual. Além disso, uma eventual união entre o PSD, lideranças municipais e deputados estaduais em torno do nome apoiado por Ratinho Jr criaria uma força eleitoral difícil de combater, especialmente no interior do estado, onde o governador tem presença consolidada. A decisão de Ratinho Jr pode redefinir o jogo Nos bastidores do Palácio Iguaçu, já se discute a possibilidade de antecipar o anúncio do candidato apoiado por Ratinho Jr. A ideia seria aproveitar a força de sua gestão para consolidar um nome ainda este ano, permitindo que o eleitor associe claramente seu projeto de governo a um sucessor. Com isso, o debate em torno da eleição de 2026 no Paraná deixa de ser apenas sobre quem lidera nas pesquisas e passa a considerar o fator determinante do apoio de Ratinho Jr, que pode transformar um nome com baixa intenção de voto em um adversário competitivo no segundo turno. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!
Tarcísio descarta candidatura em 2026, mesmo se Bolsonaro insistir

Governador de SP reafirma compromisso com gestão estadual e rejeita disputar Presidência, ainda que pressionado por aliados e pelo ex-presidente O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), decidiu afastar de vez as especulações sobre sua possível participação na corrida presidencial ao dizer que descarta candidatura em 2026. Segundo relatos de aliados presentes em uma reunião privada em Lisboa, Tarcísio afirmou que não será candidato à Presidência da República em 2026 — mesmo que o próprio Jair Bolsonaro lhe peça diretamente. A declaração enfática de Tarcísio vem após semanas de rumores e análises que apontavam seu nome como uma alternativa viável para a direita diante da inelegibilidade do ex-presidente Bolsonaro. Mas a palavra final do governador é clara: Tarcísio candidatura em 2026 não ocorrerá. Especulações incomodam o governador Tarcísio demonstrou incômodo com as interpretações de que seus discursos recentes, com tom nacional e propostas amplas, seriam uma preparação para lançar-se como presidenciável. Segundo pessoas próximas, o governador rejeitou essa leitura e classificou como “plantação de bastidores” os boatos de que teria discutido um projeto presidencial com interlocutores políticos. Ele afirmou que tais boatos são fruto de interesses pessoais ou de articulações partidárias que não refletem sua posição real. Foco no mandato e em entregas estaduais O governador tem dito reiteradamente que seu compromisso é concluir integralmente seu mandato à frente do governo de São Paulo. Como militar de formação, Tarcísio reforçou a importância de cumprir o dever até o fim. Uma eventual renúncia em abril de 2026 — exigida por lei para quem deseja disputar outro cargo — é vista como um obstáculo à execução de projetos estratégicos, principalmente os que fazem parte de um possível segundo mandato. Leia mais: Lula responde a Trump: “Dê palpite na sua vida, não na nossa” Entre os compromissos prioritários estão obras de infraestrutura, expansão do Metrô, novas concessões de rodovias e a reestruturação do sistema de saúde no estado. Deixar o cargo antes da hora colocaria tudo isso em risco, segundo avaliação do próprio Tarcísio. Bolsonaro ainda é a aposta Mesmo com Bolsonaro inelegível, Tarcísio acredita que há chance de reversão do cenário. Ele confia em uma eventual movimentação institucional, com protagonismo do Supremo Tribunal Federal (STF), que leve à anulação da decisão que tornou Bolsonaro inelegível. Essa reabilitação política, segundo o governador, evitaria crises sociais e abriria caminho para o retorno do ex-presidente à disputa. Essa visão também visa conter possíveis tensões entre o Congresso e o STF, como um eventual avanço de pautas que busquem o impeachment de ministros da Corte. Disputa nacional fora do radar Com a declaração em Lisboa, Tarcísio busca reforçar sua imagem como gestor técnico, concentrado nos assuntos do estado de São Paulo. Ao se afastar das disputas nacionais, ele tenta blindar sua administração de especulações políticas e manter a estabilidade de sua base de apoio, que inclui bolsonaristas e setores do centro político. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!