Líder supremo do Irã define três possíveis sucessores em caso de morte, diz jornal

Khamenei quer garantir transição rápida caso seja assassinado; tensão com EUA e Israel aumenta O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, teria nomeado três clérigos seniores como possíveis sucessores, caso venha a ser assassinado. A informação foi divulgada pelo jornal The New York Times, com base em relatos de três autoridades iranianas com conhecimento do assunto. A medida busca assegurar uma transição rápida e estável, caso o país enfrente uma crise de liderança. Pela Constituição iraniana, a escolha de um novo líder cabe à Assembleia de Peritos, composta por 88 clérigos. Esse processo só foi ativado uma vez, em 1989, quando o próprio Khamenei assumiu o posto após a morte do aiatolá Khomeini. Leia mais: Lula defende aumento do IOF de Haddad e diz que governo não pode ceder a pressões A preocupação com a sucessão ganhou força após declarações de líderes ocidentais e israelenses. Nesta semana, o ex-presidente dos EUA Donald Trump afirmou que Khamenei é um “alvo fácil”. Em publicação na rede Truth Social, escreveu: “Sabemos exatamente onde o ‘Líder Supremo’ está escondido… não vamos matá-lo — pelo menos, não por enquanto”. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, também sugeriu que a morte de Khamenei não agravaria o conflito, mas poderia encerrá-lo. Já o ministro da Defesa, Israel Katz, foi mais direto: disse que o aiatolá “não pode continuar existindo” após um míssil iraniano atingir um hospital israelense. Segundo o Times, o Irã está se preparando para diversos cenários caso a guerra se intensifique. Apesar dos danos causados pelos ataques israelenses, a estrutura de comando iraniana segue funcional. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!
Balão cai em Praia Grande (SC) após pegar fogo e deixa 8 mortos

Tragédia ocorreu na Capadócia brasileira; 13 sobreviveram e causas do acidente são investigadas Um balão tripulado caiu na manhã deste sábado (21) em Praia Grande, no extremo sul de Santa Catarina, após pegar fogo em pleno voo. O acidente deixou oito mortos e 13 sobreviventes, segundo o governo estadual. A região é conhecida como a “Capadócia brasileira” e atrai turistas para passeios de balão. De acordo com o piloto, que sobreviveu, o fogo começou no cesto do balão, possivelmente devido a um maçarico. Quatro vítimas morreram carbonizadas, ainda dentro do balão, e outras quatro não resistiram à queda. Os nomes dos mortos e feridos ainda não foram divulgados. Balão em chamas O acidente ocorreu em manhã de céu claro e tempo firme. Imagens nas redes sociais mostram o balão em chamas no alto e passageiros pulando em desespero. Todos os 13 sobreviventes foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros e pelo Samu, com ao menos cinco deles encaminhados ao Hospital Nossa Senhora de Fátima, que montou força-tarefa para atendimento. Leia mais: Lula defende aumento do IOF de Haddad e diz que governo não pode ceder a pressões A aeronave tinha autorização e licenças regulares para operar. O governador Jorginho Mello, em missão no Japão, mobilizou uma força-tarefa para o atendimento às vítimas e apuração das causas. “Estamos todos consternados com essa tragédia”, afirmou. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também prestou solidariedade e disse que o governo federal está à disposição das autoridades locais para apoiar as ações de resgate e atendimento. Nota da Prefeitura A Prefeitura de Praia Grande também manifestou pesar e destacou que o município possui dezenas de empresas credenciadas para voos turísticos. A cidade recebe cerca de 7 mil pousos e decolagens por mês. Situada na divisa com o Rio Grande do Sul, Praia Grande é famosa por abrigar os cânions Itaimbezinho e Malacara, e fica a 270 km de Florianópolis e 230 km de Porto Alegre, com acesso pela BR-101. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!