Governo congela R$ 445 milhões do seguro rural e eleva tensão com o agronegócio

Congelamento atinge 42% do orçamento do PSR e gera preocupação às vésperas do Plano Safra 2025/2026 Sem aviso prévio ao setor, o Ministério da Agricultura congelou R$ 445 milhões do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), afetando diretamente uma das principais políticas de apoio ao agronegócio. O valor corresponde a 42% dos R$ 1,06 bilhão aprovados para 2025. A medida inclui um bloqueio de R$ 354,6 milhões — considerado mais severo, por ser de difícil reversão — e um contingenciamento de R$ 90,5 milhões, que ainda pode ser liberado caso haja melhora na arrecadação. Os dados constam no Sistema Integrado de Orçamento e Planejamento (Siop) e foram confirmados por fontes da pasta. Até o momento, o ministério não se pronunciou oficialmente. Leia mais: Após ataque em Hospital, Israel diz que Irã cruzou “Linha Vermelha” O PSR subsidia apólices de seguro rural, permitindo que produtores se protejam contra perdas causadas por desastres naturais como secas e enchentes. Sem esse apoio, muitos não conseguem arcar com os altos custos da cobertura. O congelamento deve ampliar o desgaste entre o governo federal e o setor agropecuário. A relação já vinha abalada por medidas como a taxação das Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), que perderão a isenção de Imposto de Renda. Em abril, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) solicitou um aumento para R$ 4 bilhões no orçamento do PSR no próximo Plano Safra. O corte anunciado agora contraria essa demanda e aumenta as expectativas — e a pressão — em torno do anúncio oficial do Plano Safra 2025/2026, previsto para o final de junho ou início de julho. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!

São João de Curitiba: Visite a maior festa junina da história de curitiba no parque barigui

Evento celebra cultura junina com comidas típicas, quadrilhas e atrações especiais até o domingo (22) Curitiba já vive o clima de festa junina com a primeira edição do São João de Curitiba, que acontece no Centro de Eventos do Parque Barigui. Iniciado na quarta-feira (19), o evento vai até domingo (22) e já movimenta a capital com muita música, tradição e gastronomia típica. O arraiá abre diariamente às 11h e vai até as 22h, com uma programação repleta de atividades para todas as idades. Entre os destaques estão a apresentação da quadrilha mais premiada do mundo, vinda de Maceió, além do inusitado “Casamento do Tesão Piá”, que tem arrancado risadas e aplausos do público. Leia mais: Após ataque em Hospital, Israel diz que Irã cruzou “Linha Vermelha” Espaços temáticos, brincadeiras itinerantes e experiências gastronômicas fazem parte da estrutura montada dentro do Centro de Eventos Positivo. “A proposta é resgatar o espírito coletivo do São João, reunindo famílias e amigos em torno de uma tradição brasileira, com estrutura inédita na cidade”, destaca João Gilberto, diretor da CWB Brasil, organizadora do evento ao lado da Joy Eventos. A festa junina, considerada a maior da história da capital paranaense, também celebra a cultura com muita dança, comidas típicas como pamonha, canjica, milho assado e quentão, além de barracas interativas que encantam o público. O São João de Curitiba está sendo apontado como um novo marco cultural da cidade, com expectativa de entrar no calendário oficial de eventos. A programação pode ser conferida no perfil @saojoaodecuritiba nas redes sociais. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!

Após ataque em Hospital, Israel diz que Irã cruzou “Linha Vermelha”

Soroka, maior hospital do sul de Israel, foi atingido por míssil iraniano durante ofensiva em Beersheba Um míssil disparado pelo Irã atingiu o hospital Soroka, em Beersheba, no sul de Israel, na manhã desta quinta-feira (19), causando “danos extensos” à estrutura e deixando dezenas de feridos. A unidade médica, que é a principal da região e atende cerca de 1 milhão de pessoas, ficou parcialmente destruída e precisou ser evacuada após o impacto. O ataque integra a ofensiva lançada por Teerã contra o território israelense, que envolveu dezenas de mísseis e deixou ao menos 65 feridos em diferentes localidades, incluindo Tel Aviv. Segundo o serviço de emergência Magen David Adom, três pessoas estão em estado grave. O hospital foi atingido por volta das 7h, no horário local, pouco após os alertas de ataque soarem. Leia mais: Omar Aziz deve presidir CPMI do INSS; governo também quer definir relator Em resposta ao bombardeio, o ministro da Saúde de Israel, Uriel Busso, declarou que “uma linha vermelha foi cruzada” e classificou o ataque como um “crime de guerra desprezível”. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu prometeu retaliação, afirmando que o Irã “pagará o preço total”, enquanto o ministro da Defesa, Israel Katz, foi ainda mais incisivo ao dizer que o aiatolá Ali Khamenei “não pode mais existir”. O Irã, por meio da Guarda Revolucionária Islâmica, afirmou que o alvo era um centro de inteligência “próximo” ao hospital. A agência estatal iraniana Irna sustentou que o hospital foi atingido apenas pela “onda de choque”, tese refutada por autoridades israelenses. Imagens divulgadas por residentes mostram a destruição nas imediações do centro médico, com escombros e estruturas danificadas. Médicos relataram à agência AP que o impacto ocorreu quase imediatamente após o acionamento das sirenes, com uma explosão forte o suficiente para ser ouvida dentro das salas de segurança do hospital. O Soroka é um dos mais importantes centros de atendimento do país e fica a apenas 35 quilômetros da Faixa de Gaza. Com mais de 1.000 leitos, a instituição tem sido estratégica para tratar feridos nos conflitos da região. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!