Prefeitura de Curitiba alerta que mãe de bebê reborn não tem direito a acento preferêncial no ônibus

Postagem foi feita nas redes sociais após usuários apontarem brigas por lugares nos ônibus A Prefeitura de Curitiba comunicou nesta quinta-feira (15) que mães que carregam bebês reborn — aquelas bonecas superrealistas que imitam recém-nascidos — não têm direito a usar os bancos preferenciais dos ônibus da cidade. A informação foi divulgada pelas redes oficiais da prefeitura após registros de pessoas tentando utilizar os assentos destinados a públicos prioritários apresentando bonecas como se fossem crianças reais. Os bancos preferenciais nos coletivos são reservados para idosos, gestantes, pessoas com deficiência, obesos e para quem está acompanhando crianças de colo. Segundo a Prefeitura, apesar do apelo emocional e do realismo das bonecas reborn, elas não se enquadram em nenhuma dessas categorias e, portanto, não garantem o direito ao uso do assento amarelo. Leia mais: Deputado de MG protocola projeto que proíbe atendimento a Bebês Reborn no SUS Em uma postagem no Instagram, a Prefeitura reforçou: “A gente entende o apego, mas os bancos preferenciais são para públicos prioritários. Os reborns são fofos, mas não garantem lugar nos ‘amarelinhos’, tá?”. A publicação teve grande repercussão, gerando comentários tanto de surpresa quanto de humor por parte dos internautas. Segundo a adminstração municipal, objetivo da publicação é evitar o uso indevido dos assentos preferenciais, que podem prejudicar pessoas que realmente precisam desse direito para ter mais conforto e segurança durante o trajeto no transporte público. Em Curitiba, o respeito às regras dos bancos preferenciais é fiscalizado por agentes municipais para garantir acessibilidade e prioridade a quem realmente necessita. O uso indevido desses espaços pode gerar advertências e até multas, conforme previsto na legislação da cidade. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!

Maria Victoria, Flávia Francischini e Gugu Bueno são homenageados pela PM-PR

A mais alta honraria dos PMs representa o bom trabalho social realizado por autoridades e integrantes da sociedade civil A Polícia Militar do Paraná (PM-PR) realizou na última quinta-feira (15) uma cerimônia no Quartel do Comando-Geral, em Curitiba, para entregar a Medalha Coronel Sarmento, uma das maiores honrarias da corporação, a parlamentares e autoridades que se destacaram por seu apoio à segurança pública no Estado. Neste ano, as deputadas Maria Victoria (Progressistas), Flávia Francischini (União Brasil) e o deputado Gugu Bueno (PSD) foram os parlamentares agraciados. A Medalha Coronel Sarmento é uma homenagem destinada a reconhecer pessoas que colaboram de forma significativa para o fortalecimento e valorização da Polícia Militar do Paraná. A honraria leva o nome do Coronel Sarmento, um dos principais responsáveis pela modernização da corporação no século XX, simbolizando a dedicação e o compromisso com a segurança pública. Durante a cerimônia, os parlamentares destacaram a importância do reconhecimento e reafirmaram o compromisso com o trabalho das forças de segurança paranaenses. Maria Victoria, que estava acompanhada do marido Diego Campos e das três filhas, disse estar emocionada e honrada com a homenagem. “Estou honrada e emocionada por ter recebido essa homenagem. Tenho um enorme respeito pelo brilhante trabalho dos nossos policiais, que se dedicam todos os dias a servir à população paranaense. Reforço o meu compromisso em trabalhar por mais investimentos, estrutura e valorização das forças de segurança do Paraná”. Para o deputado Gugu Bueno, a medalha reforça sua responsabilidade na defesa da Polícia Militar. “Receber a medalha Coronel Sarmento, a maior honraria que a Polícia Militar do Paraná concede a um cidadão, é motivo de orgulho. Desde os tempos de vereador em Cascavel, sempre fomos uma voz em defesa da nossa gloriosa PM, dos homens e mulheres que vestem essa farda com honra”. Leia mais: Ministro da Previdência e Sergio Moro trocam acusações em audiência sobre fraudes no INSS A deputada Flávia Francischini, primeira vice-presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, destacou o orgulho pessoal e familiar de receber a medalha. “Receber a Medalha Coronel Sarmento, a mais alta honraria da Polícia Militar do Paraná, é uma emoção que carrego com muito orgulho. Nossa família tem um profundo apreço pela PM — viemos dessa instituição que tanto respeitamos, e o Fernando também foi policial militar. Agradeço de coração à PMPR, ao Coronel Jeferson e a todos os integrantes da corporação por esse reconhecimento. Como deputada estadual, primeira vice-presidente da ALEP, mulher, esposa do delegado Francischini e defensora incansável das famílias paranaenses e da causa autista, compartilho essa conquista com todos que acreditam em um Paraná mais justo, seguro e humano”. A Polícia Militar do Paraná é uma das principais instituições responsáveis pela segurança pública no Estado, atuando em diversas frentes para garantir a ordem e proteger a população. O reconhecimento a parlamentares reforça a importância do diálogo entre os poderes legislativo e executivo, além da valorização dos agentes que diariamente enfrentam os desafios da segurança. Além dos parlamentares, a cerimônia contou com a presença de outras autoridades civis e militares que também foram agraciadas com a Medalha Coronel Sarmento. O evento reforçou a parceria entre a corporação e os representantes eleitos, evidenciando a necessidade de investimento contínuo e valorização das forças de segurança para o enfrentamento da criminalidade. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!

Ministro da Previdência e Sergio Moro trocam acusações em audiência sobre fraudes no INSS

Wonley Queiroz relembrou passado como ex-ministro de Sergio Moro e clima esquentou O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, e o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) protagonizaram um embate direto nesta quinta-feira (15), durante audiência na Comissão de Transparência do Senado. O motivo da discussão foi a responsabilidade sobre os descontos indevidos em benefícios do INSS, investigados pela Polícia Federal na Operação Sem Limites, deflagrada neste ano. A troca de acusações começou após Moro questionar se o ministro da Previdência ou sua equipe já tinham conhecimento prévio das irregularidades. O senador citou um relatório que teria sido encaminhado à pasta em 2023, alertando para fraudes em contratos de associações que realizavam descontos sem autorização nos benefícios de aposentados e pensionistas. Em resposta, o ministro negou omissão e rebateu, lembrando que as primeiras denúncias sobre o caso surgiram ainda em 2020, quando Moro era ministro da Justiça e Segurança Pública no governo de Jair Bolsonaro. De acordo com o titular da Previdência, foi nesse período que servidores já alertavam para possíveis irregularidades no sistema de consignados do INSS. Leia mais: Outros famosos já foram convocados para a CPI das Bets; saiba quem “Um servidor em 2020 denuncia à PF que havia descontos indevidos, que havia fraude. Essas denúncias foram feitas em 2020, senador. Parece que vossa excelência era o ministro da Justiça nessa época. Vossa Excelência fez alguma coisa para coibir essas fraudes?”, questionei Wolney. Moro rebateu acusação A discussão ganhou novo tom quando Moro mencionou a saída de Carlos Lupi (PDT) do comando do ministério após o escândalo vir à tona. O senador insistiu que o Governo Federal já tinha informações sobre o esquema antes da operação policial. O ministro, no entanto, reforçou que foi a atual gestão quem solicitou à Polícia Federal uma investigação mais ampla, que resultou na deflagração da operação. Assista ao embate: A Polícia Federal estima que os descontos indevidos tenham causado um prejuízo de aproximadamente R$ 6 bilhões a aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024. O esquema envolvia convênios firmados entre o INSS e entidades associativas, que, segundo os investigadores, eram utilizados para aplicar cobranças sem autorização dos beneficiários. A audiência acabou marcada pelo clima tenso entre oposição e governo, evidenciando o esforço de ambas as partes em se descolar de qualquer responsabilidade direta sobre o caso. As investigações seguem em andamento. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!

Deputado de MG protocola projeto que proíbe atendimento a Bebês Reborn no SUS

Projetos de lei propõem limites e apoio psicológico a pais de bebês reborn O universo dos bebês reborn, bonecos que imitam recém-nascidos com impressionante realismo, começa a chamar atenção fora das redes sociais. Três projetos de lei, apresentados em diferentes estados, tratam do tema sob óticas variadas: saúde mental, uso de recursos públicos e valorização cultural. Até agora, nenhuma proposta chegou ao Congresso, mas o debate já movimenta assembleias e câmaras municipais. Proibição de atendimento em hospitais Em Minas Gerais, o deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL) apresentou o Projeto de Lei 3.757/2025. O texto proíbe que hospitais públicos atendam bonecos reborn ou quaisquer objetos inanimados. Caso a regra seja descumprida, o responsável pode ser multado em até dez vezes o valor do atendimento, com os recursos destinados a ações de saúde mental. A proposta surgiu após um episódio em que uma mulher levou um reborn para ser atendido, alegando que o “bebê” estava com febre. Caporezzo classifica esse tipo de caso como sinal de “distopia generalizada” e citou disputas judiciais envolvendo bonecos em separações e heranças. Para ele, “os devaneios da sociedade contemporânea colocam em risco o povo de Minas Gerais”. Caporezzo ficou nacionalmente conhecido ao ser identificado como o autor de uma frase lida por Jair Bolsonaro em ato pró-anistia: “Popcorn and ice cream sellers sentenced for coup d’état in Brazil”. Programa de saúde mental no Rio No Rio de Janeiro, a abordagem é diferente. O deputado Rodrigo Amorim (União) apresentou o PL 5357/2025, que propõe a criação de um programa estadual de apoio psicológico para pessoas que criam vínculos emocionais com bonecos reborn. O objetivo é prevenir casos de depressão, isolamento social e até suicídio. A proposta prevê acolhimento, orientação e acompanhamento terapêutico por equipes multidisciplinares. Leia mais: 22 paranaenses assinaram pedido para instauração de CPMI do INSS; saiba quem Amorim reconhece que os reborns podem ter função terapêutica, especialmente após perdas gestacionais. Mas alerta: o vínculo não pode se transformar em fuga da realidade. “É preciso garantir apoio para evitar que uma relação simbólica se torne patológica”, afirmou. Homenagem às artesãs reborn Na Câmara Municipal do Rio, os bonecos também viraram pauta. Em 7 de maio, os vereadores aprovaram o PL 1892/2023, que cria o Dia da Cegonha Reborn, a ser celebrado em 4 de setembro. A data homenageia as artesãs que produzem os bonecos, conhecidas como “cegonhas”. A proposta do vereador Vitor Hugo (MDB) aguarda sanção do prefeito Eduardo Paes. Bonecos realistas, debates reais Feitos manualmente, os bebês reborn reproduzem textura de pele, veias, manchas e até peso semelhante ao de um recém-nascido. Os cabelos são implantados fio a fio, e cada detalhe busca fidelidade absoluta à aparência real. O nome “reborn”, que significa “renascido”, remete ao processo artesanal de produção. Esses bonecos ganharam destaque entre artistas e celebridades como Britney Spears, Gracyanne Barbosa e padre Fábio de Melo. Embora usados com fins terapêuticos, também protagonizam vídeos simulando partos, amamentações e batizados, levantando discussões sobre os limites entre fantasia, cuidado emocional e saúde mental. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!

AGU exige retirada de fake news sobre Janja e viagem à Rússia

AGU notifica Meta e TikTok e cobra exclusão de postagens com acusações falsas à primeira-dama A Advocacia-Geral da União (AGU) exigiu nesta quarta-feira (14/5) que as redes sociais Meta e TikTok removam, em até 24 horas, publicações com fake news sobre Janja e a viagem da comitiva presidencial à Rússia. O pedido partiu da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom). As notificações extrajudiciais destacam que os conteúdos violam os próprios termos de uso das plataformas, além de propagarem informações enganosas que envolvem a primeira-dama e supostos crimes. Acusações infundadas As postagens, segundo a AGU, criam um enredo falso: afirmam que a primeira-dama Janja teria sido flagrada com malas de dinheiro ilícito e causou um escândalo diplomático na Rússia. Os boatos ainda alegam que: A comitiva viajou em um avião de carga da Força Aérea Brasileira (FAB); Havia 200 malas com recursos desviados do INSS; Janja teria sido detida pelas autoridades russas no aeroporto. A AGU considera as alegações sem base real e com o objetivo de atacar a imagem do governo. Riscos à diplomacia brasileira A Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia, responsável pelas notificações, afirma que a divulgação dessas mentiras pode prejudicar relações internacionais do Brasil. A propagação dessas fake news, segundo a AGU, compromete a credibilidade da diplomacia brasileira e confunde a população sobre temas sensíveis. Leia mais: Outros famosos já foram convocados para a CPI das Bets; saiba quem Para o órgão, os conteúdos deturpam fatos, ferem a estabilidade institucional e violam a competência da União nas relações exteriores, prevista na Constituição. Plataformas podem ser responsabilizadas A AGU alertou que a manutenção desses conteúdos pode configurar omissão culposa. Isso significa que Meta e TikTok podem ser responsabilizadas caso não atuem com agilidade. Segundo a AGU, os conteúdos espalham desinformação grave e sem provas, com potencial de desestabilizar a confiança nas instituições e sabotar missões oficiais do Estado brasileiro. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!

Outros famosos já foram convocados para a CPI das Bets; saiba quem

Datas ainda não foram marcadas; trabalhos da CPI seguem até junho A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a atuação das casas de apostas esportivas no Brasil, instalada no Senado Federal, deve receber, nas próximas semanas, o depoimento de diversas personalidades públicas com grande alcance nas redes sociais. A lista inclui influenciadores digitais, cantores e ex-participantes de reality shows que, nos últimos anos, participaram de campanhas publicitárias ou ações de divulgação de plataformas de apostas. Até o momento, dois nomes já foram ouvidos: a influenciadora Virginia Fonseca e o ex-Fazenda Rico Melquiades. Ambos prestaram esclarecimentos sobre seus vínculos com empresas do setor. Agora, entre os próximos nomes a serem chamados para depor estão: Deolane Bezerra, advogada e influenciadora digital; Viih Tube e Eliezer, ex-BBBs e criadores de conteúdo; Gusttavo Lima, cantor sertanejo; Rodrigo Mussi, ex-BBB e influenciador; Jon Vlogs, youtuber e streamer; Jojo Todynho, cantora e apresentadora; Felipe Neto, influenciador e empresário; Felipe Prior, ex-BBB; Wesley Safadão, cantor; Gkay, atriz e influenciadora digital; e Tirullipa, humorista. Foco da investigação A CPI das Apostas Esportivas foi criada para apurar possíveis irregularidades relacionadas ao setor, incluindo a manipulação de resultados em eventos esportivos e o envolvimento de plataformas de apostas com práticas ilegais. Parte da investigação se concentra também na relação entre influenciadores e casas de apostas, sobretudo no que diz respeito à publicidade direcionada ao público brasileiro. Leia mais: AGU exige retirada de fake news sobre Janja e viagem à Rússia Parlamentares querem entender se houve quebra de regras contratuais, ausência de transparência nas campanhas publicitárias ou eventuais abusos na promoção de jogos de azar, especialmente em ambientes virtuais frequentados por jovens. Depoimentos na CPI das Bets viralizaram nas redes Na fase inicial da comissão, Virginia Fonseca afirmou que sua empresa prestou apenas serviços publicitários para empresas do ramo, e negou qualquer participação direta na operação das apostas. Rico Melquiades, por sua vez, relatou que fazia apostas de forma esporádica e pessoal. As duas entrevistas, por se tratarem de influenciadores com grande apelo nas redes sociais, viralizou com recortes irônicos e muitas vezes seguidos da frase “o Brasil acabou”. A influencer Virginia, por exemplo, chupou o microfone de mesa ao confundi-lo com um canudo, já o ex-De Férias com Ex, Rico Melquiades, explicou o que significava a frase “solta a carta, tigrinho” e ganhou R$ 88 enquanto participava da CPI para demonstrar aos senadores. Com a convocação dos novos nomes, o Senado deve buscar esclarecer os contratos firmados entre celebridades e casas de apostas, bem como o formato e o alcance dessas divulgações nas redes sociais. Próximos passos As datas dos depoimentos ainda não foram confirmadas oficialmente. A comissão continua trabalhando na coleta de informações, análise de contratos e convocações de novos envolvidos. A expectativa dos senadores é reunir dados suficientes para propor medidas de regulação mais rígidas sobre o setor de apostas online no Brasil, além de possíveis sanções em caso de comprovação de irregularidades. A CPI segue em andamento no Senado Federal até meados de junho e está sendo presidida pelo senador Dr. Hiran Gonçalves (Progressistas-RR) e tem como relatora a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS). Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!